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Série Chernobyl - uma reflexão sobre radiação




Radiação, seres humanos… Tem como ficar pior?

Fiquei sabendo que o canal pago HBO havia lançado mais uma série chamada "Chernobyl". Como eu já sabia sobre esse desastre que ocorreu nos anos 80 por canais de curiosidades como "Você Sabia?", me empolguei em ver, pois é um assunto que até hoje meche com muitas pessoas. Claro que desanimei no início, pois não tenho TV por assinatura, mas logo encontrei um site para ver a série completa.

A série "Chernobyl" tem o total de cinco episódios e consegui ver todos em menos de três dias, apesar de cada episódio ter um pouco mais de uma hora (não que eu esteja reclamando).

A cada episódio visto, sentia mais tensão. Eu me senti mal em ver tantas pessoas sofrendo e morrendo por causa de um mal invisível e sabendo que tudo aquilo foi real. E ao mesmo tempo me perguntei por que algo invisível que era para gerar energia podia e pode causar tanto estrago.

Seria o urânio tão perigoso assim?

Talvez grande parte do que eu disser aqui possa soar como ignorância, mas na minha opinião, a energia e a bomba nuclear é coisa - mais uma vez - do ser humano.

Tomo isso como base por conta das minas de urânio. Várias pessoas que trabalham com isso entram nas minas, cavam rochas e mais rochas e nada de extremamente perigoso acontece, ainda que essas minas de urânio transmitam radiação.




Mas logo me perguntei: como o pouco conteúdo de urânio nas usinas nucleares transmite muito mais radiação do que uma mina inteira com centenas ou milhares deles?

Procurei pesquisar por que a radiação faz coisas tão terríveis e como ela surgiu e pude obter um pouco dessa resposta neste site.

No início do artigo isto é dito:

"[…] a descoberta da radioatividade, que é um fenômeno pelo qual os núcleos atômicos sofrem transformações e emitem radiações, podendo, nesse processo, formar novos elementos químicos."

Eu já tinha ouvido antes algo sobre no canal "Manual do Mundo". O dono do canal e apresentador também diz o mesmo: transformações que resultam em mais e mais elementos químicos.
Ou seja, grande parte (para não dizer a maioria) do impacto do poder da radiação é causada pelo ser humano.

Na minissérie, Vasily Ignatenko, um dos bombeiros expostos à radiação, me lembrou do japonês Hiroshi Ouchi, que também foi exposto à uma grande quantidade de radiação, ambos em épocas e lugares diferentes. Os corpos desses dois homens ficaram complemente queimados e em carne viva, sem a pele ou qualquer fio de cabelo ou pelo no corpo.

Este site explica direito o que aconteceu com Hiroshi. Mas já aviso que a imagem é bem forte.

Não tenho imagem de Vasily em seu leito após o acidente, mas a imagem dele que me lembrou Hiroshi foi tirada da minissérie.


Série Chernobyl - episódio 3


E é aí que fica a pergunta na cabeça de muitas pessoas: como e por que a radiação faz isso no corpo humano?
Se muitos sabem que energia nuclear faz mal a tudo e a todos ao redor, por que ainda mexer com algo tão desastroso?

Saindo um pouco do assunto, gostei da minissérie, mas meu estômago embrulhou com essas cenas:

● O corpo de Vasily
Como dito e mostrado acima, a imagem do corpo dele me fez lembrar de Hiroshi, além de fazer eu me perguntar como a radiação havia feito aquilo.

● Morte dos animais
Essa parte me doeu, e muito. Amo muito os animais, e ter que pensar que muitos tiveram que ser sacrificados por causa de um erro humano me fez ter ainda mais raiva.

● Homens pelados
Não sei exatamente se isso aconteceu na vida real, mas considero uma cena completamente desnecessária para se por numa minissérie, mesmo que ela tenha sido feita para um público adulto. E o mais engraçado é que apenas um dos mineiros estava de cueca.

Voltando ao assunto da radiação

"A radiação ionizante é capaz de alterar o número de cargas de um átomo, mudando a forma como ele interage com outros átomos. Pode causar queimaduras na pele e, dentro do corpo, dependendo da quantidade e intensidade da dose, causar mutações genéticas e danos irreversíveis às células."

Ou seja, ela destrói células por células de nosso corpo, nos deixando irreconhecíveis, ou até mesmo garantindo doenças como o câncer com o passar do tempo.

Seria isso uma espécie de castigo para todos nós, visto que o efeito é muito pior nos seres humanos do que em qualquer ser vivo? Por exemplo, você pode ver animais habitando áreas perigosas afetadas pela radiação, menos pessoas (ainda que algumas vivam em áreas que também são radioativas, porém mais afastadas).

O ser humano, em sua maioria, vive para desafiar e ser desafiado, para correr perigos, ainda que isso traga a sua extinção no futuro. O ser humano encontrou seu pior ópio, mas em vez de parar enquanto é tempo, ele continua persistindo no erro para saber até onde vai - como se já não fosse o suficiente o que vimos e presenciamos até agora. Como Einstein uma vez disse:

"Não sei com que armas a terceira guerra mundial será lutada. Mas a quarta guerra mundial será lutada com paus e pedras."

Isso se o mundo inteiro conseguir sobreviver até lá.

Disseram que a minissérie sobre a história de Chernobyl te deixa triste por conta do conteúdo pesado. Mas, no meu caso, essa série não me deixou triste, mas, sim, revoltada.

Mistérios da internet – Jeffrey Woods

Mistérios da internet – Jeffrey Woods




Quem nunca se surpreendeu com essa história de Jeff the Killer?
Até onde se sabe, ela é uma creepypasta (não sei quem a inventou) que fez muito sucesso na internet. E talvez até seja a melhor de todas.
Porém, existem alguns relatos de pessoas que insistem nessa ideia que Jeffrey Woods – ou Jeff the Killer – realmente tenha existido.
A primeira vez que vi algo quase concreto sobre ele foi em um site chamado “Jeff the Killer” que apontava a foto de um menino com uma aparência meio européia, meio indígena, como sendo o próprio Jeff Woods. No início, achei que era algo a ser desconsiderado, loucuras de pessoas sem mais o que fazer. Contudo, aquela foto daquele menino tinha me deixado bastante intrigada.
Então, mais uma vez, entrei no Google e pesquisei por “Jeff the Killer”, e novamente apareceu o rosto daquele garoto. Mas ao invés de entrar diretamente no site, eu busquei por aquela foto em outra pesquisa para saber de uma vez por todas quem era o garoto da foto.
E vocês não vão acreditar no que eu encontrei...


Entrem no Google e digitem “Jeff the Killer” e apertem em pesquisar. Vão aparecer várias imagens. Uma delas é de um garotinho com cabelos um pouco curtos, na altura do queixo, olhando para a câmera, com uma blusa que aparenta ser cinza, (desculpe, sou um pouco daltônica); a foto está em preto e branco. Cliquem na foto dele e aparecerá o endereço do site onde falam sobre ele, como já disse antes. Porém, não cliquem nesse site.





Cliquem com o mouse direito na foto e apertem em “procurar imagem no Google”.




Aparecerá de imediato a foto do garoto na caixa de pesquisas, e logo abaixo escrito “Jeffrey Alan Woods”. Apertem no “x” da imagem e logo aparecerão várias imagens relacionadas.





Duas dessas imagens me deixaram um pouco intrigada (são as duas que eu coloquei o ponto de interrogação), mas apenas me concentrei em pesquisar sobre a que está selecionada, por causa do nome.
Cliquem nessa imagem.




Cliquem em “visitar página” logo ao lado.




Bem, digo que a partir desse momento a coisa começa a ficar confusa e complicada. Confesso que só consegui ir até aqui. Mas o que eu vi foi algo que mexeu completamente com a minha cabeça, me fazendo confundir a ficção com a realidade.Aqui vocês irão entrar num site chamado “Find a Grave”. Para quem não sabe, esse é um cemitério online, onde se pesquisa nomes das pessoas que estão enterradas lá. E, sim. Jeffrey Alan Woods também está.




Nesse quadrado vermelho podemos ver que esse rapaz nasceu no dia 14 de novembro, em 1990 (um ano mais velho que eu).
Ele nasceu em Abilene, Taylor County, em Texas, nos Estados Unidos.
Sua morte foi no dia 5 de janeiro de 2011, em Roscoe, Nolan County, Texas, Estados Unidos (ou seja, ele ainda faria apenas 21 anos de idade).
Lá vocês verão algumas informações relacionadas a ele. Mas confesso que essa abaixo me chamou a atenção:

Sobreviventes incluem sua mãe, Lolly Bradbury, de Roscoe; Um filho, Patton Alexander Woods, de Trent; Dois irmãos, Dakota Bradbury e Mason Bradbury, de Roscoe; Seus avós maternos, John e Kay Whitworth, de Sweetwater; Seu bisavô materno, H.D. Bunn, de Sweetwater; Sua bisavó materna, Jean Whitworth, de Sweetwater; E três tias, Kristi Bunn e Raymond Cantu, de Rotan, Trudi Parber, de Santa Rosa, Califórnia e Sabrina Whitworth, de Clyde.

A mãe dele se chamava Lolly Bradburry, ele tinha dois irmãos que se chamavam Dakota Bradburry e Mason Bradburry, seus avós maternos se chamavam John e Kay Whitworth, seu bisavó materno se chamava H.D. Bunn, sua bisavó materna se chamava Jean Withworth, e suas tias (não sei por que a informação apontou três tias, porque são quatro) se chamavam Kristi Bunn, Raymond Cantu, Trudi Parber e Sabrina Whitworth.
Mas há algo a considerar. Esse Jeffrey Woods morreu jovem, com apenas 20 anos, e deixou um filho chamado Patton Alexander Woods.

Lamento não poder seguir com a pesquisa em relação a esse caso, pois sozinha não saberia de que ponto partir.
Mas, quem sabe, com essa informação, vocês possam descobrir o que realmente há por trás dessa história toda.
Seria “Jeff the Killer” uma história real? Seria esse rapaz o verdadeiro Jeff Woods que conhecemos de uma das creepypastas mais famosas do mundo? Ou seria apenas coincidência de nome e sobrenome, e tudo fosse apenas coisa de nossas cabeças?
Bem, ainda não sei o que responder. Mas lhes deixo essa informação para que vocês pesquisem ainda mais a fundo e procurem a verdadeira resposta.
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