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Por que parei com o "críticas de uma fã"?




Há não muito tempo, encontrei num canal partes do filme "Cinquenta Tons de Cinza", e comecei a comentar sobre minhas críticas a cada parte que eu via. Para muitos fãs da obra, fazer críticas negativas a história seria algo inadmissível, atitude de um "não fã". Contudo, como sou uma pessoa chata com certas coisas, apesar de não me considerar uma detalhista ou perfeccionista, quis fazer alguns posts sobre minhas insatisfações - não com a história em si, mas com a adaptação.

Agora, respondendo à pergunta: por que parei?

Para ser sincera, nem ao menos cheguei no meio do primeiro filme, o que dirá dos outros dois filmes da franquia.

Minha resposta é que, além de eu estar ocupada com outras coisas, também não poderia continuar com minhas críticas chatas e detalhistas de apenas adaptações. Foi uma adaptação muito boa? Não.
Mas com o tempo, aprendi que adaptações de filmes são diferentes dos livros; é algo natural.




Claro que eu esperava algo melhor, mais parecido com o livro, como certas cenas e até mesmo nas escolhas dos atores. É certo, também, que há boas e fiéis adaptações baseadas em livros, como "Como eu era antes de você" e "A culpa é das estrelas", mas até mesmo esses filmes sofreram mudanças diferentes do que tem nos livros.

E colocando isso em pensamento, e notando que as outras duas sequências - "Cinquenta Tons de Cinza" e "Cinquenta Tons de Liberdade" - foram melhores, pude me acalmar um pouco e entender melhor a situação.

PS: Não é que eu não me aborreça com certas adaptações, pelo contrário. Há um pouco de tempo, me senti irritada pela adaptação de  "Tokyo Ghoul Re" (principalmente o final); achei quase aquilo tudo uma porcaria, mas, ainda assim, gostei de poucas cenas. Ou seja, imagine se eu inventasse postar minhas críticas sobre cada adaptação que eu não gostar. Só de pensar, já cansa. Sou chata, mas nem tanto.


Lista dos posts que já fiz antes sobre esse assunto:


Mistérios da internet – Jeffrey Woods

Mistérios da internet – Jeffrey Woods




Quem nunca se surpreendeu com essa história de Jeff the Killer?
Até onde se sabe, ela é uma creepypasta (não sei quem a inventou) que fez muito sucesso na internet. E talvez até seja a melhor de todas.
Porém, existem alguns relatos de pessoas que insistem nessa ideia que Jeffrey Woods – ou Jeff the Killer – realmente tenha existido.
A primeira vez que vi algo quase concreto sobre ele foi em um site chamado “Jeff the Killer” que apontava a foto de um menino com uma aparência meio européia, meio indígena, como sendo o próprio Jeff Woods. No início, achei que era algo a ser desconsiderado, loucuras de pessoas sem mais o que fazer. Contudo, aquela foto daquele menino tinha me deixado bastante intrigada.
Então, mais uma vez, entrei no Google e pesquisei por “Jeff the Killer”, e novamente apareceu o rosto daquele garoto. Mas ao invés de entrar diretamente no site, eu busquei por aquela foto em outra pesquisa para saber de uma vez por todas quem era o garoto da foto.
E vocês não vão acreditar no que eu encontrei...


Entrem no Google e digitem “Jeff the Killer” e apertem em pesquisar. Vão aparecer várias imagens. Uma delas é de um garotinho com cabelos um pouco curtos, na altura do queixo, olhando para a câmera, com uma blusa que aparenta ser cinza, (desculpe, sou um pouco daltônica); a foto está em preto e branco. Cliquem na foto dele e aparecerá o endereço do site onde falam sobre ele, como já disse antes. Porém, não cliquem nesse site.





Cliquem com o mouse direito na foto e apertem em “procurar imagem no Google”.




Aparecerá de imediato a foto do garoto na caixa de pesquisas, e logo abaixo escrito “Jeffrey Alan Woods”. Apertem no “x” da imagem e logo aparecerão várias imagens relacionadas.





Duas dessas imagens me deixaram um pouco intrigada (são as duas que eu coloquei o ponto de interrogação), mas apenas me concentrei em pesquisar sobre a que está selecionada, por causa do nome.
Cliquem nessa imagem.




Cliquem em “visitar página” logo ao lado.




Bem, digo que a partir desse momento a coisa começa a ficar confusa e complicada. Confesso que só consegui ir até aqui. Mas o que eu vi foi algo que mexeu completamente com a minha cabeça, me fazendo confundir a ficção com a realidade.Aqui vocês irão entrar num site chamado “Find a Grave”. Para quem não sabe, esse é um cemitério online, onde se pesquisa nomes das pessoas que estão enterradas lá. E, sim. Jeffrey Alan Woods também está.




Nesse quadrado vermelho podemos ver que esse rapaz nasceu no dia 14 de novembro, em 1990 (um ano mais velho que eu).
Ele nasceu em Abilene, Taylor County, em Texas, nos Estados Unidos.
Sua morte foi no dia 5 de janeiro de 2011, em Roscoe, Nolan County, Texas, Estados Unidos (ou seja, ele ainda faria apenas 21 anos de idade).
Lá vocês verão algumas informações relacionadas a ele. Mas confesso que essa abaixo me chamou a atenção:

Sobreviventes incluem sua mãe, Lolly Bradbury, de Roscoe; Um filho, Patton Alexander Woods, de Trent; Dois irmãos, Dakota Bradbury e Mason Bradbury, de Roscoe; Seus avós maternos, John e Kay Whitworth, de Sweetwater; Seu bisavô materno, H.D. Bunn, de Sweetwater; Sua bisavó materna, Jean Whitworth, de Sweetwater; E três tias, Kristi Bunn e Raymond Cantu, de Rotan, Trudi Parber, de Santa Rosa, Califórnia e Sabrina Whitworth, de Clyde.

A mãe dele se chamava Lolly Bradburry, ele tinha dois irmãos que se chamavam Dakota Bradburry e Mason Bradburry, seus avós maternos se chamavam John e Kay Whitworth, seu bisavó materno se chamava H.D. Bunn, sua bisavó materna se chamava Jean Withworth, e suas tias (não sei por que a informação apontou três tias, porque são quatro) se chamavam Kristi Bunn, Raymond Cantu, Trudi Parber e Sabrina Whitworth.
Mas há algo a considerar. Esse Jeffrey Woods morreu jovem, com apenas 20 anos, e deixou um filho chamado Patton Alexander Woods.

Lamento não poder seguir com a pesquisa em relação a esse caso, pois sozinha não saberia de que ponto partir.
Mas, quem sabe, com essa informação, vocês possam descobrir o que realmente há por trás dessa história toda.
Seria “Jeff the Killer” uma história real? Seria esse rapaz o verdadeiro Jeff Woods que conhecemos de uma das creepypastas mais famosas do mundo? Ou seria apenas coincidência de nome e sobrenome, e tudo fosse apenas coisa de nossas cabeças?
Bem, ainda não sei o que responder. Mas lhes deixo essa informação para que vocês pesquisem ainda mais a fundo e procurem a verdadeira resposta.

Músicas poéticas

Falarei muita ou pouca coisa aqui?

Costumo dizer que esse mundo está perdido, não só por suas ações, mas pelas músicas que andamos escutando nesse tempo.

Parece que o bom senso das pessoas se esvaiu completamente, não conseguindo mais distinguir uma boa música de uma música ruim ou péssima.

Feministas fazem protestos em defesa de seus direitos para não serem mais vistas apenas como um objeto sexual, mas se tocar um funk onde o cara não fala nada além de rebaixar totalmente a mulher, essas mesmas feministas descem até o chão, nem mesmo se importando com a opinião alheia.

Fico me perguntando: como é que os funkeiros querem que o funk seja reconhecido como algo cultural e respeitado em nosso país se eles só cantam merda? Porque é bem difícil – para não dizer raro – você encontrar um funk romântico, que não ofenda as mulheres e que não fale de drogas e troca de tiros com policiais. Realmente é ruim uma pessoa que não gosta de funk generalizar achando que todo funk não presta, mas o que pode ser discutido nisso, já que os que dizem algo que preste nas letras de suas músicas são menos de 10%?

 Não colocarei vídeos de pessoas que desaprovam o “movimento cultural” que o funk é, porque são muitos. Mas deixarei algumas músicas e vocês verão a porcaria que está se tornando o gosto musical das pessoas.

Essa música está fazendo muito sucesso, e até seria legal e romântica por causa de seu ritmo e melodia, mas alguma coisa está errada. Preciso dizer qual?  



Roça... E, não, ele não está falando de roça de campo. Esse moleque que tinha apenas 13 anos na época está falando que vai roçar outra coisa na mulher. Voltando a dizer: um moleque de 13 anos.



Não satisfeitos – óbvio que não – fizeram um funk com as mesmas letras poéticas para um personagem de anime. É o loirinho mais famoso dos animes: Naruto. Mas se fizeram isso para parecer uma homenagem, falharam miseravelmente.



Não que eu não me divirta com essa música, pois confesso que ela é muito engraçada – apesar de escrota. E, não. Não odeio funk. Eu gostava dos Havaianos. Mas acho que se o funk quer mesmo ser reconhecido como cultura em nosso país, ele tem ainda muito que mudar.

E se alguma mulher também quiser respeito, ela tem que se dar o respeito em primeiro lugar – e uma forma de fazer isso não descendo até o chão ao som de uma “música” totalmente pornográfica. E não preciso ser “machista” para dizer isso.


Claro que seria bom se as pessoas respeitassem mais o gosto musical das outras, mas como alguém vai respeitar um funkeiro que nem mesmo sabe o que é fone de ouvido e coloca bem alto as músicas mais ridículas possíveis? 

Rockeiros ou rosqueiros?

Assunto de hoje: rockeiros modinhas



É lamentável quando vejo briguinhas de rockeiros VS funkeiros. Um se achando superior ao outro, quando ambos têm defeito.
Porém, o assunto da vez não será baseado nos funkeiros, pois a grande maioria é muito vergonha alheia. Vou apenas dizer o quanto o rock tem sido denegrido por pessoas que não parecem ter cérebro.

Vejam esse vídeo abaixo. Essa menina teve a infeliz idéia de postar um vídeo dizendo o que uma rockeira pode ou não fazer ou gostar. Porém, é mostrado no vídeo que nenhuma rockeira pode gostar da cor rosa, nem mesmo pode gostar de flores!



Mais da metade do vídeo teve deslike e a grande maioria das pessoas zoou a menina. Deu até pena. O bom é que depois ela assumiu o erro.
Mas, qual o problema desses rockeiros de hoje em dia? Por que a grande maioria pensa que para ser rockeiro tem que usar preto, ou se fingir de diferentão? Seria uma pessoa rockeira diferente das outras? Vamos às respostas:


Diferente

Não me lembro de ter que ouvir rock para ser uma pessoa diferente. Sempre fui um tanto estranha, e as pessoas sempre falavam que eu era esquisita, anti-social e bicho do mato. Eu odiava quando diziam isso, não ficava me vangloriando. Mas agradeço por ser “estranha”, pois me levou a um caminho bem diferente daqueles que se consideravam “normais”.
Me admira pessoas que tentam ser diferentes de qualquer maneira, quando na verdade, não passam de pessoas comuns. E, que eu saiba, o estilo musical de uma pessoa não define como ela vai se comportar com outras pessoas.

Preto

Desde quando a cor preta foi oficializada como sendo do rock?
Às vezes acho que isso é uma singela homenagem para os verdadeiros inventores do rock, que eram negros. Mas seria isso mesmo? Pois cor preta de roupa nada tem a ver com cor preta de pele.
A verdade é que depois de Elvis os brancos se infiltraram cada vez mais no rock, como Beatles, Rolling Stones. Então, a cada tempo que passava, o rock ia se modificando, inclusive os estilos que provinham dele. Então, como num incidente, começaram a confundir rock com vampirismo.
As pessoas começaram a notar um estilo mais rebelde que podia se resumir a um estilo mais dark, então adotaram as cores frias, o ser sombrio e sanguinário que era o mundo dos vampiros. Mas a verdade é que o rock em si nada tem a ver com cores frias e jeito sombrio.

Jeitinho dark

Assim como disse no comentário acima, alguns rockeirinhos adotaram esse estilo dark do vampirismo, assim nascendo metaleiros, punks e etc.
Mas, também como já disse antes, para ouvir rock você não precisa exatamente se fingir de malvado. Sim, fingir.
O que eu mais vejo são rockeirinhos super mal educados fazendo cara feia para você enquanto está pagando de poser por usar uma camisa preta com a foto de uma banda. Ou, no caso, tirando fotos de um suposto braço cortado e postando em redes sociais.
Agora, vamos lá. Se uma pessoa sofre depressão, seria ela rockeira? Ou no caso de querer se mutilar por raiva, deveria ela tirar foto daquilo e postar em redes sociais?
Não acho, mas tenho certeza que nem todo mundo que passa por uma dificuldade emocional, como a depressão, tem que ser rockeira. E nem de longe uma pessoa que se corta de verdade tira fotos daquilo. Ela não precisa fazer isso. Principalmente postar em redes sociais, porque aí ela já deixa estampado para quem quiser ver que não passa de poser se passando por rockeira. Ou seria o rock o motivo para as pessoas terem depressão e bancar as ridículas se cortando e postando em rede social? Bem improvável.


Assim como outras páginas do Facebook, existe uma que se chama Emos e Screamos. Supostamente essa página é de rockeiros, só que não.
Em quase todas as publicações da página você só vê falando de funkeiros. Claro que não vou me aprofundar no assunto de funkeiros aqui, mas isso chega a beirar o absurdo do ridículo quando uma página que diz ser rockeira só sabe falar de funk.
Como esse post aqui.



Mas aí é que está: para que falar tanto de funk? Fico me perguntando o que se dizem rockeiros ganham falando tanto de funk. Porque, bem ou mal, eles estão divulgando cada vez mais. “Falem bem ou falem mal, mas falem de mim”.


Agora como eu vejo um rockeiro de verdade:


Rockeiros não precisam ser ateus e/ou satanistas (sim, têm rockeiros que dizem que são ateus e satanistas ao mesmo tempo. Como, eu não sei). E maldizer a Deus não torna nenhum deles melhor.

Rockeiros usam qualquer tipo de roupa, não só preto. Afinal, cor preta não define ninguém.

Rockeiros não usam cabelinho lambido na cara, pois além de ser gay, não representa gosto musical. Nem mesmo o rock.

Rockeiros também têm vida social. Nem todos os que são rockeiros são “diferentões” ou anti-sociais. E, se algum rockeiro é assim, culpa do rock não foi. Então, ambas as coisas não se complementam.

Rockeiro de verdade não precisa malhar funk o tempo todo para se sentir superior. A partir do momento que ele ouve uma música de bom gosto, ele já pode ser superior musicalmente. Mas não significa que tem que ficar falando mal daquilo que não gosta o tempo todo.

Então, chegando ao fim, a mensagem que eu quero passar é que uma pessoa que se considera rockeira não precisa embarcar numa modinha para ser aceita dentro dos padrões do rock. Ser modinha está longe ser rockeiro, e falar tanto daquilo que “odeia” mais ainda.
Sejamos menos modinha. Titios Chucky, Richard e Elvis agradecem.

Clarice Falcão polemizando

Assunto do dia: Clarice Falcão e seu clipe

 Resultado de imagem para clarice falcão

Olha, acho que vou ser breve aqui.
Na verdade, nem sei o que falar a respeito dessa merda. Aquilo foi tão escroto e sem noção que perdi a fala – e olha que eu vi o react censurado pelo Felipe Neto.

Esse mundo já está uma bela porcaria, aí me vem uma “cantora” querendo causar polêmica. E o que ela consegue fazer? Simples, no clipe dela todo mundo fica pelado da cintura para baixo.
As pessoas não mostram o rosto. Mas por que mostrariam? Até eles sabiam que aquilo que fizeram foi o cúmulo do ridículo e, por isso, não queriam mostrar suas faces.

Vejam essa merda e tomem suas próprias conclusões.
Mas, como eles excluíram o clipe - graças a Deus - aqui vou colocar o react do Felipe Neto.



É, simplesmente a moral está acabando, e cada vez mais as pessoas confundem liberdade com libertinagem.

PS: E, não. Isso não tem nada a ver com índios. Ninguém lembra dos índios para nada, mas querem lembrar deles para dar uma desculpa totalmente ridícula que somos descendentes, e que isso é bem normal.

Sério, vão tomar um chá de vergonha na cara.
E que Deus tenha piedade de nós.

Fanzinhos desesperados de K-pop

O assunto da vez vem do mundo do K-pop.
Vale salientar aqui que gosto bastante de K-pop, tem muitas canções maneiras.
Porem, assim como todos os tipos de musica, tem canções legais, e outras não. Mas para um fã de K-pop tudo são flores, e ai de você se falar algo demais.
Isso já virou modinha entre esses fãs malucos e retardados. Sério, você não pode falar nada demais, que logo vem alguma fanática encher a merda do teu saco. 

Ontem, pra eu me livrar de três ou quatro retardadas foi bem difícil. Isso tudo porque vi um vídeo das mulheres mais bonitas do mundo - na opinião do autor do vídeo - e logo abaixo tinha um comentário de uma pessoa dizendo que prefere as coreanas do que as japonesas.
No entanto, como respeito as opiniões alheias, não refutei nem nada. Apenas comentei que prefiro as japonesas por serem mais naturais, e que as coreanas tem reboco na cara - não generalizei, ok?
A verdade é que eu nem sabia o quanto essas gurias podiam ser loucas e fanáticas ao ponto de me bombardear com sermões e xingamentos.

Nem ela aguenta

É claro que respondi de modo mais superior e não dei muita bola pra elas, mas acabei me estressando no final, mandando todo mundo pra ponte que partiu. Claro que não queria ter que xingar ninguém, mas não tive outra escolha de tanto que elas me estressavam - e tudo isso por causa de um comentário nada haver!  

A mensagem que deixo aqui é pra que parem com esse fanatismo babaca, pois isso não vai te levar a nada. Muito pelo contrario. Você só vai ficar agindo como um verdadeiro idiota enquanto o artista nem sabe que você existe. Eles vão continuar crescendo na vida. E você?

Podia dormir sem essa...

Filhotinhos Narusaku, Sasusaku, Naruhina e Sasukarin


Bem, como não estou com saco muita imaginacao durante esses dias pra postar nada, decidi fazer uma brincadeirinha – que, alias, gastou muito do meu tempo procurando.

Pra quem acompanha meu blog Detona Sasusaku, sabe muito bem que sou NS.
Mas com essa brincadeirinha queria saber como seriam os filhos de Naruto e Sakura, Sasuke e Sakura, Naruto e Hinata, e Sasuke e Karin.

Sera que convence?


Aqui temos os supostos filhotinhos Narusaku.
Jack Versalius - Pandora Hearts, Meliodas - Nanatsu no Taizai, e Usui Takumi - Kaichou wa Maid Sama.

Gostosinho

Nada inocente

Lindo e fofo

Foi mal, gente. Não achei nenhum de cabelo rosa e olho azul.


Aqui temos os filhotinhos Sasusaku.
Raven - hakushaku to Yosei, 
Ren - Jigoku Shoujo, e Ulquiorra Cifer - Bleach.

Mistura melhor que da Sarada

Bem o Sasuke mesmo

Esquisito igual ao pai

Também não achei nenhum personagem de cabelo rosa e olhos negros. Só a Lucy, mas ela tem olhos castanhos - alem de ser NS também, aceita que doí menos. 


Aqui embaixo sao os filhotinhos de Naruto e Hinata.
Gareki - Carneval, Howl - Castelo Animado, e Rin - Ao no Exorcist. 

Meio cara de Sasuke, né?

Benino ou benina?

Mistura melhor que o Boruto.

Também não achei nenhum loiro dos olhos brancos.


E, pra finalizar, os filhotinhos de Sasuke e Karin - calma, não estou falando da Sarada!
Akame - Akame ga Kill, Izaya Orihara - Durarara, e Shiki - Togainu no Chi.

            A unica menina da parada.
 Acreditem, 
é a Sarada com o Sharingan!

Com o jeitinho da mamãe. <3

Sasuke + Karin é igual a vampiro!

Bom, gente... Fiz isso mais pra relaxar e zoar um pouco. Espero que tenham gostado. <3
Beijinhos da titia. 
:* E boa noite! 

Treta de comentários - Mitando com um ateuzinho






Essa foi no YouTube.

Ateuzinho dizendo para mim.

"+kellynha christine. Vou deixar três fatos importantes que prexisam ser levados em conta

1: a Bíblia é um livro antigo feito por PESSOAS antigas.

2: a Bíblia foi alterada no concelho de Niceia para enganar os trouxas e fazer a felicidade dos padres.

3: provas da evolução sempre estão acontecendo, se não quer acreditar, isso é um problema SEU, crente. "

Minha resposta a ele.


 Três coisinhas a você também.                             

 1 - A Bíblia e um livro antigo, mas que serve também para os nossos dias de hoje. Afinal, quem diz que um livro não presta simplesmente por ele ser antigo já da para ver que um ser que pensa assim já e um ignorante da vida.

2 - Tentaram, sim, alterar a Bíblia. Mas saiba que ela foi muito bem conservada, pois houveram copistas para isso.
Houveram pessoas com mas intenções, sim. Mas também houveram cristãos de verdade que traduziram a Bíblia para as pessoas que não podia lê-la por ordens dos bispos e padres da época.

E vale ressaltar aqui que nenhum padre ou bispo ensinava o que estava na Bíblia, mas apenas as tradições da igreja. Por isso ha tanta pessoa burra e ignorante no mundo.

3 - Me diga uma prova concreta da evolução.
Não sei se você já sabe, mas houveram, e ainda tem, inúmeros cientistas que não acreditavam 100% nessa teoria descabida,e acreditam que exista um Criador.
O próprio Albert Einstein disse que quanto mais ele estudava sobre a evolução, mais ele tinha certeza que existia alguém Superior.

 E um bônus aqui para você que "crente" vem da palavra "crer", "acreditar". Então, a partir do momento que você acredita em algo você também e crente.
Porem, se você quis dizer pelo fato de eu estar falando de Deus em vez da evolução, não se preocupe.
Porque "crentes" são aqueles que só cagam pela boca e só repetem aquilo que o pastor diz. Mas na minha organização ha cristãos de verdade, pois não seguimos tradições de homens, mas sim, os ensinamentos da Bíblia.
Fora que para uma pessoa acreditar mais em Deus do que na ciência não precisa ser cristã. Basta ser inteligente.

Caramba, mitei.
Talvez eu mostre a continuação da treta,ou mostre outras tretas que ainda estão
para vir depois.
Foi mal pelos erros.


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